Pular para o conteúdo principal

[Direto do Baú] 30 de junho, 2014: "O quanto eu não suporto Biologia"


Escrevi um "monólogo" sobre meu ódio pela matéria de Biologia há alguns meses - mais precisamente em junho de 2014, durante a Copa e num dia em que as férias começaram a ficar tediosas - e postei num blog antigo. Até aí tudo bem, só que eu fui vê-lo hoje e percebi que NADA mudou, então resolvi postar por aqui. Fiquem de boca aberta.




Sabe quando uma única palavra é tão ruim, mas tão ruim de ouvir, que quando você ouve a pronúncia dela seu corpo já ativa o modo "traumático"? Pois bem, essa é a minha maravilhosa relação com a palavra B-I-O-L-O-G-I-A. Viu, nem consigo digitar a palavra sem soletrar ou vomitar.

A grande verdade sobre os fatos: o problema não é a matéria. Sou eu mesmo. Desde que conheci as Ciências do sexto ano escolar, minha vida nunca foi mais a mesma. Neste mesmo ano, só passei "me arrastando" mesmo, porque a infinidade de coisas que eu não entendia na matéria era algo que impressionava a mim mesmo. Até aí tudo bem, eu só tinha 11 anos de idade; era um inocente que não sabia das coisas maliciosas do planeta.

Mas aí... Ah, chegou o 7º ano. 2012. O ano da queda drástica. Vieram as notas abaixo de 7,0 pontos justamente em... Ciências! Essa matéria deve ter feito um pacto com o (?) demo (/?) para ferrar comigo, só pode. Mais uma vez, passei me arrastando e com a ajuda dos trabalhos escolares em grupo, onde eu usava a desculpa do "Não entenderia isso nem se eu quisesse" - desculpa bem real, porque eu não entendia mesmo - e conseguia passar.

Em 2013, com o 8º ano, a coisa continuou ruim. Passei me arrastando do mesmo jeito.

2014. 9º ano. A divisão das Ciências em #3: Biologia, Química e Física. Estas duas últimas são o paraíso em formato de matérias escolares, mas a primeira... Devo dizer que estou se estou sendo aprovado trimestre após trimestre, é de todas as maneiras, MENOS me arrastando. Rastejando como uma cobra ferrada, diga-se de passagem. Nas duas provas que tive no primeiro trimestre, foram 6,0 - cada. Na primeira prova do 2º, piorou: veio um 2,0 tachado bem bonito na prova. Resumindo: necessito tirar 10,0 nessa prova, que acontece na próxima semana, ou então meus sonhos de ganhar um iPhone 4 no final do ano terão de ser adiados... Até que eu faça 18 anos.

Mas eu não sou o único problema. Para falar de forma sincera, a professora também não coopera com a minha vida. A explicação dela já me fez dormir 1, 2, 3... 675347874653486 vezes durante a aula. A pessoa só fica falando, o povo conversa, alguém tem uma dúvida e ela vai na cadeira e pra completar diminui o tom da voz, para só a pessoa duvidosa ouvir! Pode isso, produção? Aí também não dá, né?!

A única vez em que sua aula não me fez dormir foi quando fomos ao laboratório da escola, e não foi lá uma data memorável. Tentei arrancar uma célula da minha boca para vê-la no microscópio, mas minhas nojeiras bucais não puderam ser vistas na aproximação (oi?) e tudo ficou borrado pra caramba. Foi tão non sense que eu prefiro apagar isso da minha memória, ao menos enquanto não escrevo uma autobiografia de sucesso sobre minha louca/idiota/anormal adolescência precoce.

Bom, hoje eu vivo aos trancos e barrancos com a... (Eca, como vou falar isso?) Biologia.
A música te acalmou durante este texto tenso? Pode comentar, se quiser. Eu DEIXO.

Postagens mais visitadas deste blog

"O Curioso Caso de Daniel Boone": Dreamcast [ATT]

Hello from the other side!

Segue abaixo a lista de personagens e seus respectivos "atores/atrizes dos sonhos dos autores da fic":

"Save Me" (da trilha sonora inspirada de Summertime Sadness)

Espero que gostem dessa canção. Escrevi-a para demonstrar meu amor pela fanfic "Summertime Sadness", escrita pela minha melhor amiga Natasha (que usa o pseudônimo Anne Bridge) <3 font="">


Everything is falling around me And I’m afraid of falling along with it There’s nothing here in me to see There’s only the woman I used to be
The devil found out my weakness The devil found out our secret And he said he can’t leave me in peace So my life ends here, with no sequel
There was not something to hold on to Until I hear your voice in my mind It gives me hope, it gives me hope You may be the only one who can save my life Tell me, can you save me? Can you save me? Can you save me from this end? Tell me, can you save me? Can you save me? Can you save me from this end?
The memories of us together They make me wanna live for sure While the devil holds my shoulder And tells

"A Life Without You"

Sim, crianças. Não se passou nem um dia direito e eu já tô aqui com outra música que compus. Na verdade, eu a escrevi em 2016, mas a encontrei em meus arquivos hoje e quis mostrar a vocês.  "A Life Without You" é uma das minhas composições favoritas porque experimentei uma nova linha de composição, mostrando fatos de um dia-a-dia e os misturando com os sentimentos do "eu lírico". Eu a escrevi ouvindo "Pills N Potions", da Nicki Minaj, e acabei relacionando as batidas da música dela com a metrificação dos versos aqui; então, se quiserem ouvi-la também enquanto leem, é uma boa. Espero que gostem dessa também <3 font="">